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terça-feira, 31 de maio de 2011

Joãozinho analisa Drummond


Na sala de aula, com seus alunos, o professor estava analisando aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:


"No meio do caminho tinha uma pedra.
Tinha uma pedra no meio do caminho.
E eu nunca me esquecerei
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho."

Depois de ter explicado exaustivamente, que ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta

Joãozinho, qual a característica da personalidade de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?
Professor, das duas uma: ou ele era traficante ou era usuário!!!

sábado, 28 de maio de 2011

A Teúda e Manteúda em apuros

O nosso país, apesar de seu tamanho territorial, de suas belezas naturais, ainda é muito pobre em lazer para as classes mais pobres.
Sobrando para as famílias que vivem com um salário mínimo, apenas os maltratados parques com seus brinquedos enferrujados, seus barquinhos destrambelhados, suas montanhas russas rangentes. E mais algumas outras bobeiras.
Apesar disso, exercem um grande fascínio nas famílias carentes, que pululam com seus rebentos de um brinquedo a outro, normalmente após o pagamento mensal.
É contagiante sentir a alegria dos pais com suas crias, comendo pipoca, quebra-queixo, chupando picolés gigantescos e chupe-chupe. E no ar, uma multidão de balões coloridos completam as alegorias.
Jumentinhos ajudam a compor o quadro, carregando no lombo os molecotes. O pai vai puxando a rédea, enquanto a mãe segura, ao lado, o seu tesouro.
Retratistas dos anos 60 escondem-se sob o manto negro de sua parafernália, para clicar os casaizinhos apaixonados.
De uma feita, fui mostrar, para uma prima do interior, o Parque Municipal de Belô. Assentamo-nos perto de um lago cheio de barquinhos de pedais e a remo.
Um casal com um garoto de 5 a 6 anos esperava impacientemente a sua vez. O responsável pelo barco, ancora-o bem pertinho da margem, para pegar sua carga.
O pai e o filho tomam o lado esquerdo do barco, não posso me esquecer de dizer que eram dois palitos na magreza. A mãe, teúda e manteúda, assenta-se no lado direito.
E lá vai o pobre do barquinho gemendo com sua carga, para o meio do lago, tendo o pai magricela nos remos.
E cada vez mais o lado da “lady” ficava mais rente à água, enquanto os dois gravetos eram suspensos no ar. Mas num dado momento a dona água não se fez de rogada e encheu o barco, levando o tesouro para o fundo.
Os dois salva-vidas pularam na água e pegaram as duas tripinhas (pai e filho) e os jogaram para fora do lago. Voltando para pegar a manteúda, que tentava manter a cabeça para fora da água.
Enquanto isso os espectadores dobraram em número e em gritos. E os dois rapazolas tentando tirar a “dona muié” de saia rodada. Mas era peso em demasia.
Então, três sarados rapazes conseguiram pegar as mãos da senhorinha, puxando-a para fora, com a ajuda dos salva-vidas que levantavam sua traseira.
Tudo teria terminado muito bem, se a maldita saia rodada, não lhe tivesse subido para a cabeça, deixando lhe as torneadas (até demais) coxas de fora. Ainda bem que uma calçola mantinha as partes pudicas escondida dos olhares cobiçosos.
Aí foi a apoteose. Gargalhada geral. Incluindo esta que vos conta tal peripécia.
Até hoje, ainda me espanto com essa capacidade que temos de não segurar o riso, em certos momentos constrangedores para o outro. Tenho a impressão de que regredimos na evolução humana. Hahahaha!
Lu Dias

A destruidora de lares

Quem olha para aquela loira redondinha, que mal chega a ter um metro e meio de altura, não consegue imaginar do quê ela é capaz. Eu mesma, se a visse de passagem pela rua, apostaria que se trata apenas de mais uma pacata mãe de família. Uma pré-quarentona simpática e falante, como tantas e tantas outras que a gente encontra por aí. Na verdade, só descobri tudo sobre ela porque, há alguns anos, a talzinha dá expediente lá em casa. Ou no que restou dela. 

Chegou com as melhores referências, para fazer faxina uma vez por semana. Logo me convenceu de que, se viesse dois dias, deixaria a roupa em ordem também. Daí a se transformar em mensalista foi um pulo. E foi nesse pulo que a minha vida se transformou em uma sucessão de surpresas. Surpresas essas que só não são maiores e mais desagradáveis porque o expediente é de meio período, já que na minha casa não existem objetos quebráveis o bastante para preencher um dia inteiro. 

Tudo começou com o mistério das bolinhas. Sim, era só eu vestir uma roupa linda e bem passada para perceber que ela fora irremediavelmente decorada com pequenos círculos brancos e amarelos, dos mais diferentes diâmetros. Falei, ensinei, bronqueei, ameacei. Nada adiantou. Nem cortar a água sanitária da lista do supermercado adiantou, porque ela tinha a bárbara coragem de comprar por conta própria ou até de trazer de casa. Não me lembro direito o que foi que eu disse no dia em que descobri isso, mas fez efeito: nunca mais encontrei bolinhas novas. Em compensação, foi aí que a loira baixinha voltou sua atenção para os meus móveis. 

Com a desculpa de limpar chão e paredes, ela tira tudo do lugar. E quando coloca de novo, deixa as coisas do jeito que bem entender. E eu, como geralmente entro em casa sem acender as luzes, vou colecionando trombadas, topadas, arranhões e hematomas até conseguir encontrar um interruptor. O que, diga-se de passagem, deixou de ser tarefa simples desde que a minha Maria Armentano se especializou em colocar estantes, armários, guarda-louças ou qualquer coisa bem grande no meio do caminho entre eu e eles. Tenho falado, ensinado, bronqueado e ameaçado, mas até hoje não consegui solução satisfatória para a questão. 

E não pense que quando não é dia de limpeza tudo fica sossegado, porque aquela coisinha redonda já conseguiu derrubar um trilho de cortina que estava instalado a quase três metros de altura, já conseguiu partir um cano de torneira dentro da parede, já conseguiu quebrar quase todos os meus copos de uma só vez e já conseguiu dobrar os pés da tábua de passar roupa de forma inexplicável, dentre outras coisinhas igualmente improváveis. E, por falar em passar roupa, vira e mexe encontro o ferro totalmente separado do fio. Mando consertar, mas eles se separam. Compro um ferro novo e eles se separam. Compro outro ferro novo e eles se separam outra vez. Meus ferros de passar estão ficando cada vez mais baratos e mais pesados. Só não arrumo um a carvão porque tenho medo de que ela ponha fogo na casa. Isso sem falar nas molduras de quadros, nos porta-retratos e nas mangueiras de jardim, objetos esses que ela economiza para ir desmontando aos poucos. 

Até o ano passado eu tinha carpete na casa inteira e assistia a uma guerra sem fim contra o aspirador de pó. Imaginei que arrancar o carpete resolveria o problema, mas acabo de descobrir que a violência ao varrer e passar pano já fez suas primeiras vítimas lá em casa: alguns tacos recém-restaurados, dois vasos de cerâmica e um pé de mesa que teria se agarrado ao rodo de forma tão apaixonada, que acabou levando o grande tampo de vidro a se espatifar no chão. 

E aí você me pergunta por que cargas d'água eu deixo que essa destruidora de lares continue a agir livremente no meu. E eu te respondo: ela é absolutamente honesta, muito bem humorada e, acima de tudo, passa bem longe dos meus livros. Se não fosse assim, há muito já teria descoberto o que é a fúria de uma mulher traída. 



* Roseli Pereira (quarenta e uns) é paulista, redatora publicitária e corinthiana (nesta ordem). Escreve desde sempre, mas só começou a desengavetar seus textos no dia em que descobriu a Internet. Dali em diante, foi ficando cada vez mais cara de pau e ganhou o papel. Atualmente, tem crônicas publicadas em 3 das 4 antologias dos Anjos de Prata e em alguns jornais do interior do Estado de São Paulo. 


(Copiado e colado, ipsis litteris de http://www.wooz.org.br/culturaroseli33.htm)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Otário rima com templário, salário, cenário, rosário, falsário...

Diplomado com louvor
Nem plástica dá jeito
Sustentada é bem melhor
Como é bom ser teúda e manteúda
Agora tenho quem pague
Portugueis nóis já sabe, temo q aprendê ingreis
Arranjei um otário p me bancar, kkkkk
Presente garantido e merecido
papagaio de corno manso
Aqui se faz, aqui se paga
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

domingo, 22 de maio de 2011

Pode haver alguém mais FDP que você!

COELHINHO   
Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo. 
O urso se vira para ele e diz: - Hei, coelhinho, você solta pelos? 
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu: - De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa... 
Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele. 



MORAL DA HISTÓRIA
:
 
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS 
POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS ANTES DE RESPONDER! 

No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz: 
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado...! 
Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo. Já contei pra todo mundo!!! 



MORAL DA MORAL:
 

VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE DE QUE SEMPRE PODE HAVER ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Dúvidas pascais



Filho – Papai, o que é Páscoa?

Pai – Ora, Páscoa é... bem... uma festa religiosa.

Filho – Igual o Natal?

Pai – Parecido. Só que no Natal comemora–se o nascimento de Jesus; na Páscoa, se não me engano, comemora–se sua ressurreição.

Filho – Ressurreição?

Pai – É, ressurreição. Marta, vem cá!

Mãe – Sim?

Pai – Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler meu jornal.

Mãe – Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?

Filho – Mais ou menos. Mamãe, Jesus era um coelho?

Mãe – Que é isso filho? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse filho foi batizado! Jorge, esse filho não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele soltar uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!

Filho – Mas Mamãe, o Papai do Céu não é Deus?

Mãe – É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.

Filho – O Espírito Santo também é Deus?

Mãe – É sim.

Filho – E Minas Gerais?

Mãe – Sacrilégio!

Filho – É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?

Mãe – Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudo certinho!

Filho – Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?

Mãe – Eu sei lá! É uma tradição. É como o Papai Noel, só que em vez de presentes, ele traz ovinhos.

Filho – Coelho bota ovo?

Mãe – Chega! Deixa-me ir fazer o almoço que eu ganho mais!

Filho – Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?

Pai – Era, era melhor, ou então urubu.

Filho – Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, não é? Que dia que ele morreu?

Pai – Isso eu sei: na sexta-feira santa.

Filho – Que dia e que mês?

Pai – Hum... Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.

Filho – Um dia depois.

Pai – Não, três dias.

Filho – Então morreu na quarta-feira.

Pai – Não, morreu na sexta-feira santa. Hum... ou terá sido na quarta-feira de cinzas ? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois ! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!

Filho – Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?

Pai – É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.

Filho – O Judas traiu Jesus no sábado?

Pai – Claro que não! Ele morreu na sexta, ora!

Filho – Então por que eles não malham o Judas no dia certo?

Pai – É, boa pergunta. Filho, atende ao telefone pro papai. Se for um tal de Rogério, diga que eu saí.

Filho – Alô, quem fala?

Rogério – Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está?

Filho – Não, foi comprar ovo de Páscoa. Ligue mais tarde, tchau.

Filho – Papai, qual era o sobrenome de Jesus?

Pai – Cristo. Jesus Cristo.

Filho – Só?

Pai – Que eu saiba sim , por quê?

Filho – Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?

Pai – Coitada!

Filho – Coitada de quem?

Pai – Da sua professora de catecismo!

Publicado originalmente em 9/4/2009

domingo, 1 de novembro de 2009

Perco o amigo mas não perco a piada,kkkk

Dois advogados saem do escritório cansados... Com a gravata semi-aberta, o cigarro no canto da boca depois de um dia estafante de trabalho, um vira para o outro e pergunta:
- Vamos tomar alguma coisa?
O outro arregala os olhos empolgado e responde:
- Vamos!!! De quem???
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O sujeito chega para um amigo, advogado e diz:
- Quanto você cobra para me responder duas perguntas?
- Quinhentos reais! Qual é a segunda?
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Dois advogados, pai e filho, conversam:
- Papai! Estou desesperado. Não sei o que fazer. Perdi aquela causa!
- Meu filho, não se preocupe. Advogado não perde causa. Quem perde é o cliente!
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Dois advogados, sócios em um escritório, saem juntos e vão almoçar.
Já no meio da refeição um vira para o outro e reclama:
- Puxa vida, esquecemos de trancar o escritório!, e o outro responde:
- Não se preocupe, estamos os DOIS aqui.
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Num julgamento o Juiz pergunta ao réu:
- Como o senhor matou sua esposa?
- A chifradas, meritíssimo!
- Absolvido! Legítima defesa da honra.

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Aluno de Direito ao fazer prova oral.
- O que é uma fraude?
- É o que o senhor, Professor, está fazendo, responde o aluno.
O professor fica indignado.
- Ora essa, explique-se.
Diz o aluno:
- Segundo o Código Penal, comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar.
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O avião estava com problemas nos motores e o piloto pediu às comissárias de bordo para prepararem os passageiros para uma aterrissagem forçada.
Depois, ele chama uma atendente para saber se tudo está bem na cabine e ela responde:
- Todos estão preparados, com cinto de segurança e na posição adequada, menos um advogado, que está entregando o seu cartão aos passageiros!
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Certo dia estavam dois homens caminhando por um cemitério quando se depararam com uma sepultura recente. Na lápide lia-se: 'Aqui jaz um homem honesto e advogado competente'.
Ao terminar a leitura um virou-se para o outro e disse:
- Desde quando estão enterrando duas pessoas na mesma cova?
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Sabe qual a diferença entre Juizes de Primeira Instância e os de Segunda?
Os primeiros pensam que são Deus...
Os outros já têm certeza!!!
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Dois trabalhadores estavam caminhando pelo acostamento da Via Dutra, voltando de uma Indústria onde haviam trabalhado duro o dia inteiro, quando um advogado, que vinha a toda velocidade no seu carro importado, atropela os dois.
Um deles atravessou o pára-brisa e caiu dentro do carro do advogado, enquanto o outro voou bem longe, a uns dez metros do local do atropelamento.
Três meses depois, eles saíram do Hospital e, para surpresa geral, foram direto para a cadeia...
Um, por 'invasão de domicílio' e o outro por se evadir do local do acidente.


Gente, é só brincadeira, tenho 3 irmãos advogados e já fiz vestibular para Direito. Não concordo com a ideologia das piadas,mas não pude deixar de sorrir e resolvi compartilhar com os amigos!


Nem foi preciso Advogado!

Um homem foi apresentado perante o juiz e acusado por ter feito sexo com um cadáver feminino.

Disse o juiz: Em 20 anos de magistratura, nunca ouvi uma coisa tão nojenta e imoral.Dê-me uma única razão para eu não pô-lo na cadeia!

- Vou lhe dar não uma, mas TRÊS boas razões:

1º) Não é da sua conta;
2º) Ela era minha esposa;
3º) Eu NÃO SABIA que ela estava morta; ela SEMPRE agia assim!

*ABSOLVIDO!*