Fico pasma com esse Projeto Travessia, que seleciona gente incapaz de ser aprovada em concurso público para professor. A seleção deve levar em conta graduação, pós-graduação, experiência em escolinhas, mas não verifica a competência linguística da pessoa, a capacidade de se expressar corretamente na língua materna, a correção vocabular. Além disso, não mede o caráter, a conduta, a postura profissional, os valores pessoais, a ética...
O resultado é desastroso! Gente que estudou em faculdade paga, onde qualquer um entra, mas só se preocupou em pegar o diploma para ganhar dinheiro. Aquisição de conhecimentos abaixo da crítica. Vocabulário pobre, falta de coesão e coerência nos arremedos de texto que escreve, erros crassos, inadmissíveis! Alguns exemplos de barbaridades cometidas por gente que 'ensina' língua portuguesa: recifence, empeça, enserida, cilicone, ecomenico, proficionais... Estou exagerando?
Como se não bastasse a incompetência profissional, existe a vulgaridade pessoal. Como uma professora agride na internet uma pessoa, usando expressões vulgares, 'rasas', 'chulas', indignas de uma educadora? Tenho até vergonha de reproduzir aqui. Mas a indignação foi tanta, que salvei e publicarei como forma de protesto e de repúdio. Gente dessa qualidade não deveria ter contato com crianças nem com adolescentes. Imaginem o perigo, para o caráter em formação, da proximidade com gente tão reles que tem a coragem de expor a si mesma publicando esse lixo em seu próprio orkut.
Clique nas imagens para ampliar e confirmar a veracidade das minhas palavras. Com a palavra a Fundação Roberto Marinho, A GRE, o Ministério Público, o amásio ou quem se interessar. Tenho dito!


