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domingo, 3 de outubro de 2010

Antes de votar, vale lembrar essa antiga canção




Como será o futuro
Do nosso país?
Surge a pergunta no olhar
E na alma do povo
Cada vez mais cresce a fome
Nas ruas, nos morros
Cada vez menos dinheiro
Pra sobreviver
Onde andará a justiça
Outrora perdida?
Some a resposta na voz
E na vez de quem manda
Homens com tanto poder
E nenhum coração
Gente que compra e que vende
A moral da nação
Brasil olha pra cima
Existe uma chance
De ser novamente feliz
Brasil há uma esperança!
Volta teus olhos pra Deus,
Justo Juiz!
Como será o futuro
Do nosso país?

terça-feira, 14 de abril de 2009

Um político afetivo e conciliador



“Perdi um amigo, cujo principal traço era o da conciliação”
(Deputado José Chaves ao lamentar, ontem, no velório, o desaparecimento do ex-deputado Carlos Wilson Campos)

Um político afetivo e conciliador


De todos os políticos que convivi nos últimos 25 anos de jornalismo nunca encontrei alguém tão afável, doce, conciliador, amigo e cativante, verdadeiro ladrão de afetos, como o deputado Carlos Wilson, que descansou, ontem, depois de mais de três anos lutando contra o câncer. Conheci Cali no início dos anos 80 como primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, mas só criei com ele uma relação mais próxima depois que foi eleito vice-governador na chapa de Miguel Arraes, em 1986. Quando algum estudante de Jornalismo ou mesmo qualquer curioso me perguntava qual o melhor político para se conviver, que suportava bordoadas sem perder os bons tratos nem o humor citava justamente Carlos Wilson. Além de ser uma boa fonte, ele sabia conviver com a crítica. Governador de Estado, ministro, presidente da Infraero, senador, qual fosse o cargo mais relevante, Cali era o mesmo, acessível e atencioso. Isso sem distinção, conforme atestei, ontem, no seu velório ao colher os mais diversos depoimentos sobre a sua personalidade. Nunca vi Carlos Wilson transbordar ódio. A imagem que guardarei dele para sempre será a de ternura.
LONGO SOFRIMENTO - Soube que o quadro do ex-deputado Carlos Wilson era muito grave, há três anos, pelo ex-presidente Collor, quando estive em seu gabinete, em Maceió, para uma longa entrevista sobre o quadro nacional. Durante a conversa, Collor quis saber se eu era amigo de Cali. E informou que ele estava com metástase. Foram, portanto, quase quatro anos de sofrimento, mas ele, incrivelmente, nunca se entregou.

Nem vida nem morte
Há 15 dias, o governador Eduardo Campos fez visita a Carlos Wilson no hospital Santa Joana e lá ouviu dele o desabafo que mais o comoveu: “A minha situação é muito ruim. Nem morro nem consigo viver”. O relato é do próprio governador.

Encontro de poucas palavras
O senador Jarbas Vasconcelos soube da morte de Carlos Wilson às três horas da madrugada quando recebeu um telefonema de um amigo em sua casa de praia, no Janga. Logo cedo, seguiu para o Palácio do Campo das Princesas e, na chegada, cumprimentou formalmente e secamente o governador e adversário Eduardo Campos. E ficou no local apenas 10 minutos.

Agiu rápido
Já o governador Eduardo Campos interrompeu seu descanso no feriadão na chácara do seu sogro, próxima a Moreno. Ele foi informado da morte do aliado por volta das 23 horas. Imediatamente mandou tomar todas as providências para fazer o velório no Palácio das Princesas.

Curtas
FIDALGUIA - Do empresário Eduardo Monteiro: “‘Carlos Wilson se foi muito cedo, deixará uma lacuna pelo seu jeito de fazer política sempre agregando, somando em favor do Brasil. O seu principal traço era a fidalguia, a solidariedade”.
UM PAI - Um dos políticos mais emocionados no velório de Cali era o seu ex-genro Eduardo da Fonte, que acompanhou de perto os seus últimos momentos: “Ele foi um pai que a vida me deu de presente”, dizia, sem conter as lágrimas.


Magno Martins

FOLHA DE PERNAMBUCO,FOLHA POLÍTICA

Recife,13/4/2009
NOTA DE BETE:PELO JEITO MINHA SIMPATIA "GRATUITA" POR ELE TINHA RAZÃO DE SER!SENTI MUITO SUA PARTIDA,A MORTE SEMPRE CAUSA DOR,TRISTEZA,SAUDADE,APESAR DE SER A ÚNICA COISA "CERTA" NESSA VIDA!BOM SERIA SE VIVÉSSEMOS PARA SEMPRE COM MUITA SAÚDE,PAZ,AMOR,FELICIDADE...

DESCANSA EM PAZ,CALI!!!



‘Mané Chinês’ reforça estratégia do PPS
A candidatura do senador licenciado Carlos Wilson (PPS) a prefeito do Recife promete esquentar nesses últimos dias que antecedem as eleições. Os coordenadores da campanha estão apostando todas as fichas na popularidade do personagem ‘Mané Chinês’ e na força política do mais novo aliado, o deputado João Braga – dissidente do PSDB e que estará aderindo oficialmente ao palanque de Carlos Wilson na carreata de amanhã –, para forçar o segundo turno. Ontem, o senador fez uma caminhada pelo centro do Recife, provocando reação positiva do eleitorado, que se entusiasmou com a presença do ‘Mané Chinês’, ao lado do candidato.
Os mentores da campanha dizem, ainda, ter algumas ‘cargas nas mangas’ que serão utilizadas nessa reta final. “Muita gente não sabe que Braga está apoiando Carlos Wilson. Só quem vem acompanhando a questão pelos jornais. Com o engajamento de Braga nos eventos de campanha, a candidatura tende a crescer ainda mais”, acredita o presidente regional do PTB, deputado André Campos, acrescentando que o Guia Eleitoral também trará novidades “muito mais apimentadas”.
Outra surpresa que será apresentada ao eleitor é a nova fase do ‘Mané Chinês’. “Até agora eu só apareci com as cores de Roberto Magalhães (camisa amarela e calça azul). Mas isso vai mudar. Vou me chamar ‘Mané do Recife’, vestindo uma camisa laranja (cor da campanha de Carlos Wilson) e trocando o chapéu de chinês por um outro em formato de sombrinha de frevo”, diz Walmir Chaga, que interpreta o personagem.
POPULARIDADE – A caminhada de Carlos Wilson ao lado do ‘Mané China’ movimentou centro do Recife. A sátira criativa do personagem à atual administração municipal tem conseguido, por onde passa, quebrar a apatia do eleitorado, e provocando as mais diversas reações, beneficiando em cheio Carlos Wilson.
Acompanhado por uma comitiva formada pelos principais ‘caciques’ de sua campanha, o senador entrou em todas as lojas e restaurantes das ruas da Imperatriz e Nova, sendo cortejado pelo ‘Mané Chinês’. Não foram poucas as vezes em que as pessoas se manifestaram em favor do candidato. Um exemplo foi um guarda municipal que, ao ser abordado pelo candidato, reclamou das condições de trabalho impostas pela administração do prefeito-candidato Roberto Magalhães (PFL). O senador não perdeu tempo e apresentou suas propostas para o setor, gravando imagens para o guia.
A caminhada de ontem foi o primeiro ato de campanha com a presença maciça dos ‘caciques’ do palanque de Carlos Wilson. Além de André Campos, participaram o senador Roberto Freire (PPS), o deputado Eduardo Campos (PSB), o candidato a vice, Dilton da Conti (PSB), e os vereadores Waldemar Borges (PPS), Sileno Guedes (PSB) e João Arraes (PSB). A única ausência foi a do ex-governador Miguel Arraes (PSB), que ainda não teve nenhum aparição pública ao lado de Carlos Wilson. Nos bastidores se comenta que o próprio senador tem evitado associar sua imagem à de Arraes, devido ao alto índice de rejeição do ex-governador no Recife.
JORNAL DO COMÉRCIO,Recife - 02.09.200
NOTA DE BETE: SIMPATIZAVA DE GRAÇA COM CARLOS WILSON,NESSA CAMPANHA VIBREI,GOSTEI DEMAIS,VOTEI NELE!